Seminário Internacional de Aikido – Seki Shihan – 2016

Nos dias 01 e 02 de setembro foi realizado o IV intensivo de instrutores e dia 03 de setembro o Seminário em comemoração aos 53 anos de aikido no Brasil, introduzido por Kawai Shihan Sensei. o Intensivo de instrutores contou com aproximadamente 60 pessoas entre elas instrutores e assistentes de vários dojos do país ligados à União Sul-Americana de Aikido – Kawai Shihan em São Paulo, sob a responsabilidade de Seki Shihan – 8º Dan. O Shugyo Dojo Palhoça teve a oportunidade de participar com seu instrutor responsável pelo 2º ano consecutivo, juntamente com o grupo de mais 4 professores do Kawai Shihan Dojo Fpolis ( KSD Fpolis ).

 

Como é o segundo ano de participação só tenho a dizer que foi uma experiência única, não interessa se é a primeira ou a décima vez que se participa, o Aikido de Seki Shihan é algo muito especial, pra quem apenas visualiza suas demonstrações em videos ou fora do tatame, pensa que é algo vigoroso e entende até como violento no âmbito do aikido, contudo, ao receber suas orientações, o praticante percebe e sente algo totalmente diferente, suave e com a energia necessária para a execução da técnica. Certamente aprendemos muito e espero poder participar dos próximos.


Apresentação do Grupo Kawai Shihan Dojo Fpolis

No sábado dia 03 de setembro, tivemos o Seminário internacional aberto a todos os praticantes de aikido. Esse evento contou com aproximadamente 150 participantes de varias escolas de diversos países da America do Sul, como Chile e Peru, dando a oportunidade de treinos diversificados e de qualidade. Esses seminários nos abrem um leque de condições de treino rico em detalhes, afinal o aikido é orgânico, mutável e muito dinâmico, muda o corpo e muda muita coisa dentro da técnica, claro mantendo princípios básicos, mas com movimentações, intenções e dinâmicas diferentes. Além disso, nesses eventos, a técnica estudada e aprendida não é só o que se traz de volta na bagagem, junto trazemos a amizade de novos colegas que perpetuam para uma vida fora do tatame, num mundo compartilhado isso se torna bacana pois o estudo pode ganhar outra dimensão alem da prática.

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